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Página 2 de 2 A extensão da actividade da ELECTRA a todo o território nacional Em 1998 o Governo, considerando que os objectivos inicialmente fixados para a ELECTRA estavam esgotados e que, era essencial iniciar um conjunto de reformas perspectivadas, a nível do Plano Nacional de Desenvolvimento, para o período de 1997-2000, cria, pelo Decreto-Lei nº68/98, a sociedade anónima ELECTRA S.A.R.L., que sucedeu à ELECTRA E.P. Esta transformação tinha como principais objectivos, estender a acção da ELECTRA a todo o país, proporcionando vantagens económicas acrescidas para todo território nacional e melhores condições para o desenvolvimento. Neste novo contexto, o capital social da ELECTRA SARL (600 000 contos) foi partilhado entre o Estado e as Câmaras Municipais na proporção de 85% e 15%, respectivamente. Em consequência, na ELECTRA foram sendo integrados progressivamente, a partir de Abril de 1999, os serviços municipais de produção e distribuição de electricidade de S. Nicolau, Mosteiros, Brava, S. Miguel, Tarrafal, Maio, S. Domingos, Santa Catarina, Praia Rural, Paúl, Ribeira Grande, Porto Novo, de Rabil na Boavista e também a EMAP, Empresa Municipal de Água da Praia que, na cidade da Praia, assegurava a captação, distribuição de água e a recolha e tratamento de águas residuais. A produção de energia no conjunto das centrais, incluindo os parques eólicos totalizava os 100.775.749 kWh, sendo a produção total de água de 1.785.998 m3. Gradualmente, a ELECTRA SARL, passa a ter Delegações em todas as ilhas: S. Vicente (produção e distribuição de electricidade e água dessalinizada) Em 01-01-2000, face ao inicialmente previsto, só não se encontravam integrados na ELECTRA os serviços de produção e distribuição de electricidade de S. Filipe e de Sta Cruz e os serviços de recolha e tratamento de águas residuais do Mindelo. |
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